O amigo oculto
Estamos sempre juntos...
O seu rosto é pálido, pálido como uma árvore que nasceu, viveu e está pronta para desaparecer, desaparecer mas nunca morrer... esta árvore apenas viaja para o outro lado...
Não sei o seu tom de voz ou a sua língua, nunca o ouvi, apenas o senti. Sinto que está sempre comigo, é um amigo fiel.
Os seus gestos são poucos, muito raros, mas são sempre dados com prazer, vivacidade e sempre com paixão, eu sei disso!
Ele não tem mais amigos, só me tem a mim e eu a ele.
O meu amigo não tem nome, é fruto de uma imaginação profunda e fútil, uma inspiração sem fim...
O meu amigo oculto é a solidão.
Estamos sempre juntos...
O seu rosto é pálido, pálido como uma árvore que nasceu, viveu e está pronta para desaparecer, desaparecer mas nunca morrer... esta árvore apenas viaja para o outro lado...
Não sei o seu tom de voz ou a sua língua, nunca o ouvi, apenas o senti. Sinto que está sempre comigo, é um amigo fiel.
Os seus gestos são poucos, muito raros, mas são sempre dados com prazer, vivacidade e sempre com paixão, eu sei disso!
Ele não tem mais amigos, só me tem a mim e eu a ele.
O meu amigo não tem nome, é fruto de uma imaginação profunda e fútil, uma inspiração sem fim...
O meu amigo oculto é a solidão.
Rita Pereira, nº21, 8º4
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