Nós damos o início, vocês continuam. Vamos lá pôr a imaginação a trabalhar!

É sábado à tarde no Centro Comercial. Muita gente, um barulho ensurdecedor, um calor asfixiante. De repente, ouve-se um grito cortante…
-Alguém precisa de ajuda? - gritei eu.
Aqui estava a oportunidade para eu entrar em acção!
Coloquei os meus óculos escuros, puxei o chapéu sobre o rosto, apertei bem a gabardina e parti rumo à investigação. Discretamente, passei entre a multidão, muito rápido, para ninguém dar por mim. Procurei atentamente com a minha lupa, quando vi uma pequena pegada, apenas com três dedos.
Levei-a para analisar no laboratório. Quando fui buscar o resultado, qual não foi o meu espanto! Era uma pegada invulgar, de outro planeta! Eu coloquei a cabeça a funcionar, e lembrei-me… um ET. É claro, como é que eu não me lembrei disso antes?!
Bem, mas agora não tenho tempo para embirrar comigo, tenho é de resolver o caso urgentemente.
Esperei pela noite e voltei ao Centro Comercial, tinha de encontrar o dono daquela pegada sem que ninguém desse por isso. Afinal um ET pode ser perigoso!
Após algum tempo ouvi alguém chorar e fui ver o que se passava! Foi então que tive uma grande surpresa: ali estava o ET, mas este não era perigoso, era tão pequenino que cabia na palma da minha mão.
Sorrateiramente saí dali com a minha recente descoberta e fui para o laboratório. Quando lá cheguei e analisei o caso, percebi tudo. Aquele pequeno ser estava perdido e tinha de ser devolvido à mãe, pois estava em causa a sua sobrevivência. Fui até à outra sala e através de um telefone inter-espacial comuniquei com o Planeta Marte. O bebé era dali. Mandei vir a nave espacial e fui pessoalmente entregar o pequenito à feliz mamã.
Disse adeus e fiquei ali com um sentimento de enorme alegria e de missão cumprida.
Depois… bem, depois acordei e vi que tudo não tinha passado de um bonito sonho.
Catarina, 5º6, Clube de Escrita Criativa
1 comentário:
Gostei muito do teu texto, Catarina! Assim vale a pena sonhar!...
Prof. Paula Sexauer
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