
É sábado à tarde no Centro Comercial. Muita gente, um barulho ensurdecedor, um calor asfixiante. De repente, ouve-se um grito cortante, tudo continua normalmente, ninguém pára, ninguém ouve, ninguém repara.
Outros gritos se sucedem… alguém parou! Ao parar, tudo pára, tudo se ouve, em tudo se repara e esse alguém que parou, ouviu e reparou… nada! Ignorou completamente tudo o que o rodeia e continuou.
Quem gritou, ao gritar, pensou que tinha a possibilidade que alguém parasse, que alguém ouvisse, que alguém reparasse e a socorresse… tinha essa esperança que foi totalmente destruída. Então, gritou uma vez mais e alguém a ouviu gritar.
Quem gritou, ao gritar, pensou que tinha a possibilidade que alguém parasse, que alguém ouvisse, que alguém reparasse e a socorresse… tinha essa esperança que foi totalmente destruída. Então, gritou uma vez mais e alguém a ouviu gritar.
Essa pessoa não parou, mas ouviu e reparou. Foi logo procurar e seguiu o seu grito. Encontrou-a, finalmente, e quem gritou ganhou toda a esperança, que a ajudará a superar tudo!
Pedro Pinto, 8º ano, Clube de Escrita Criativa
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