A história a partir do filme, tal como a equipa número dois o viu:
Era uma vez um menino que se chamava Artur. Tinha nove anos, o cabelo loiro e os olhos castanhos. Um dia, o Artur foi com os seus pais na velha carrinha de tinta vermelha, já a descascar-se, para a planície que se situava depois da floresta, no cume de um pequeno monte, para procurar uma árvore. Nesse momento, Artur reparou num pequeno insecto que formava uma pequena bola de poeiras e alimento, lutando pela sobrevivência. Artur perseguiu o pequeno insecto e conseguiu apanhá-lo. Pô-lo dentro de uma caixa de sapatos com furinhos. Mas, ao ver o animal a sofrer, abriu a caixa e este voou para longe.
O menino correu atrás dele. Adivinhem para onde ele foi! Para a planície onde tinham ido buscar a pequena árvore. Artur viu então uma pequena flor murcha e sentiu um grande aperto no coração. Decidiu que iria salvá-la, por mais que custasse. Foi a correr para o rio, encheu a mão com toda a água que conseguia lá pôr. Correu, correu, correu e pôs delicadamente toda a água na flor. Esta cresceu um pouco. Quanto mais água punha, mais a flor crescia. Até ao ponto em que Artur ficou tão cansado que adormeceu.

Os pais, que foram à procura de Artur, deram conta de que cinco pétalas enormes se destacavam no céu alaranjado. Foram a correr e viram o seu filho ali deitado no chão. Pegaram nele e observaram-no com um olhar ternurento, sabiam o que tinha feito.
Depois, toda a cidade foi informada do que se tinha passado e todos agradeceram ao Artur por ter mostrado que, na verdade, a flor não só precisava de água como precisava de amor, carinho e dedicação.
Ana Rita, Andreia, Nelma
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